Na minha horta existem para aí uns três ou quatro limoeiros. Se calhar até são mais, não sei. O que sei e me deixa danada é que dão todos ao mesmo tempo e depois no resto do ano nada. Que nervos. E eu gasto bastante limão.
Comecei a pensar na minha vida... Já se sabe que quando eu começo a pensar...
Aproveitei a mão de obra disponível cá em casa (a minha filha mais velha que está desocupada) e pu-la a tirar a casca fininha aos limões todos que apanhei e a espremê-los.
Enchi sacos de cubos de gelo com sumo de limão e congelei. Podem não acreditar mas tinha para aí quse dois litros de sumo. Ah pois é!!!
As cascas foram direitinhas para a picadora, muito bem picadinhas e congeladas. É a mesma coisa que raspa de limão, certo?
Se a vossa horta também é assim temperamental como a minha podem aproveitar e passar a ter limão todo o ano.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Limões e limões
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Bacalhau à Gomes de Sá
Desde o principio do ano que a minha filha me pediu para lhe fazer este prato de bacalhau que ela adora desde pequenina. "Com muita cebola, mãe". Com certeza. Assim será.
E assim foi. Estava muito bom. Ela comeu e repetiu que é uma coisa que me deixa sempre muito feliz.
Suponho que toda a gente sabe como se faz, mas mesmo assim cá vai. Sem quantidades, desculpem, mas comigo é muito a olho...
BACALHAU À GOMES DE SÁ
Batata cozida às rodelas
bacalhau cozido e lascado
ovos cozidos cortados às rodelas
muita cebola cortada em meias luas e frita em azeite lentamente até quase se desfazer e ficar loirinhas, mas não queimada (pormenores), junto com uns quantos dentes de alho picadinhos.
coloca-se uma camada de batata, uma de bacalhau, os ovos e a cebola no final junto com o azeite de a fritar.
Leva-se a forno quente até tostar a gosto e serve-se com azeitonas pretas daquelas carnudas (eu gosto das do Lidl).
Bom apetite.
Hoje vou fazer cachaço de porco à italiana com batatinhas com pele para o jantar. Se me lembrar de tirar foto partilho.
E assim foi. Estava muito bom. Ela comeu e repetiu que é uma coisa que me deixa sempre muito feliz.
Suponho que toda a gente sabe como se faz, mas mesmo assim cá vai. Sem quantidades, desculpem, mas comigo é muito a olho...
BACALHAU À GOMES DE SÁ
Batata cozida às rodelas
bacalhau cozido e lascado
ovos cozidos cortados às rodelas
muita cebola cortada em meias luas e frita em azeite lentamente até quase se desfazer e ficar loirinhas, mas não queimada (pormenores), junto com uns quantos dentes de alho picadinhos.
coloca-se uma camada de batata, uma de bacalhau, os ovos e a cebola no final junto com o azeite de a fritar.
Leva-se a forno quente até tostar a gosto e serve-se com azeitonas pretas daquelas carnudas (eu gosto das do Lidl).
Bom apetite.
Hoje vou fazer cachaço de porco à italiana com batatinhas com pele para o jantar. Se me lembrar de tirar foto partilho.
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18:00
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Restos de carnes
Acontece-me sobrar assim um bocadinho de uma carne aqui, outro ali. Umas porcariazinhas que já não dão uma refeição nem para um e que tenho pena de deitar fora.
no outro dia sobraram uns pedacinhos de chouriço, de alheira, de farinheira, de morcela, de um dia em que me pediram enchidos para o jantar. Depois sobrou um restinho de frango. Depois um pedacinho de pernil no forno. Estão a ver a ideia?
Às tantas temos o frigorifico cheio de caixinhas e não sabemos o que havemos de fazer àquilo. Eu não gosto de deitar nada fora. Faz impressão.
Agarrei nas caixinhas e comecei a pensar na vida delas.
E claro - fez-se luz - bola de carnes.
Desta vez dou-vos a receita. Já decidi que vou começar a partilhar algumas.
BOLA DE RESTOS DE CARNES
250g de farinha (normal daquela dos bolos)
3 ovos
1,5 dl de leite morno
60g de margarina derretida
1 saqueta de fermento de padeiro (Compra-se no supermercado, diz levedura de padeiro)
sal fininho
carnes diversas desfiadas ou cortadas em pedacinhos (no meu caso tem frango, leitão, pernil de porco, alheira, farinheira, chouriço mouro e normal, enfim tudo o que foi sobrando nos últimos dias e que fui guardando numa caixinha no frigorifico)
Mistura-se a farinha, os ovos, a margarina, o sal, o leite e o fermento.
Bate-se bem (eu bati à mão, mas como é uma massa mole podem usar a batedeira)
Juntei mais um bocadinho de farinha, tipo 3 colheres de sopa porque achei que estava mole demais. Tapar o alguidar e põr num sítio quentinho a levedar. Deve crescer mais ou menos o dobro.
Forrar um pirex com papel vegetal e colocar uma camada de massa, as carnes e cobrir com a restante massa (a minha deu para fazer dois tabuleiros não muito grandes).
Voltar a deixar levedar. Vai reparar que a massa cresce e fica mais fofinha.
Levar a forno médio já aquecido, mais ou menos 180º. Vai controlando e no final é só fatiar e comer. é maravilhosa.
Já sei que as bimbólicas vão dizer que fazem em não sei quanto tempo, bla, bla bla... Mas eu adoro este cenário do pôr a levedar, do espreitar e ver quanto é que já cresceu. É uma questão de antiguidade e eu sou uma pessoa antiga. Muito assumida e antiga.
no outro dia sobraram uns pedacinhos de chouriço, de alheira, de farinheira, de morcela, de um dia em que me pediram enchidos para o jantar. Depois sobrou um restinho de frango. Depois um pedacinho de pernil no forno. Estão a ver a ideia?
Às tantas temos o frigorifico cheio de caixinhas e não sabemos o que havemos de fazer àquilo. Eu não gosto de deitar nada fora. Faz impressão.
Agarrei nas caixinhas e comecei a pensar na vida delas.
E claro - fez-se luz - bola de carnes.
Desta vez dou-vos a receita. Já decidi que vou começar a partilhar algumas.
BOLA DE RESTOS DE CARNES
250g de farinha (normal daquela dos bolos)
3 ovos
1,5 dl de leite morno
60g de margarina derretida
1 saqueta de fermento de padeiro (Compra-se no supermercado, diz levedura de padeiro)
sal fininho
carnes diversas desfiadas ou cortadas em pedacinhos (no meu caso tem frango, leitão, pernil de porco, alheira, farinheira, chouriço mouro e normal, enfim tudo o que foi sobrando nos últimos dias e que fui guardando numa caixinha no frigorifico)
Mistura-se a farinha, os ovos, a margarina, o sal, o leite e o fermento.
Bate-se bem (eu bati à mão, mas como é uma massa mole podem usar a batedeira)
Juntei mais um bocadinho de farinha, tipo 3 colheres de sopa porque achei que estava mole demais. Tapar o alguidar e põr num sítio quentinho a levedar. Deve crescer mais ou menos o dobro.
Forrar um pirex com papel vegetal e colocar uma camada de massa, as carnes e cobrir com a restante massa (a minha deu para fazer dois tabuleiros não muito grandes).
Voltar a deixar levedar. Vai reparar que a massa cresce e fica mais fofinha.
Levar a forno médio já aquecido, mais ou menos 180º. Vai controlando e no final é só fatiar e comer. é maravilhosa.
Já sei que as bimbólicas vão dizer que fazem em não sei quanto tempo, bla, bla bla... Mas eu adoro este cenário do pôr a levedar, do espreitar e ver quanto é que já cresceu. É uma questão de antiguidade e eu sou uma pessoa antiga. Muito assumida e antiga.
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17:49
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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
Pataniscas
Pataniscas. De quê? Adivinhem... Não, não são de bacalhau. São de chouriço. Muito boas e as de delicias do mar também são óptimas.
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15:17
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Rissóis e etc.
De vez em quando dá-me para isto:
Uns são almofadinhas de carne e outros de queijo e fiambre.
Rissóis de salmão com delícias do mar. Tão bons!
Também tenho de camarão, peixe e atum. Costumo também fazer uns croquetes de peixe que são dos preferidos cá de casa (por enquanto ainda sem imagem).
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15:13
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