Para quem não sabe, são tradicionais do Alentejo.
Pelo menos no meu Alentejo.
Fartei-me de os comer quando era miúda.
Há uns anos atrás descobri a receita e de vez em quando não resisto.
Têm um aspecto estranho, assim tão espalmados, mas são deliciosos.
Quase viciantes. Estão dentro do meu frasco, na cozinha (os amigos das minhas filhas sabem do que estou a falar) e aguentam-se assim uns dois meses.
Nunca chegaram a durar tanto tempo, claro.
Ontem ao fim do dia estava um bocadinho com a telha.
Isto de a minha filha ter ido para a faculdade está a ser dificil de digerir.
E quando estou com a neura... Vou para a cozinha.
Para além do bolinho fiz ervilhas com ovos escalfados para o jantar, que adoro.
E fiz esquecidos, que vou postar a seguir.
O jantar de hoje.
Só para mim e para a mais nova.
Por isso é que está numa assadeira de barro.
Quando tenho mais gente a comer, compro uma daquelas broas grandes de Lamego (costumo encontrá-las no Continente), e sirvo-o lá dentro.
Para além de ser muito bom, fica com uma optima apresentação dentro da broa.
Afinal os olhos também comem, não é?
Já sei. A foto não está grande coisa! Já disse e repito - Não podemos ter jeito para tudo.
O folar é daquelas coisas que quando eu faço nunca dura muito.
Costumava fazer o normal, redondinho com açucar por cima e com erva doce, claro.
Este é esticado antes de ir ao forno e leva uma camadinha de açucar por dentro.
Absolutamente delicioso.
Quando fizer o normal mostro.
São bons não são "meninas"? Elas sabem quem são!